CMS é um sigla que significa “Sistema de Gerenciamento de Conteúdo” (Content Management System). Eles são ferramentas poderosas para criação de sites e blogs, pois oferecem diversas ferramentas para criação e edição com uma interface amigável e não requerem conhecimentos técnicos de desenvolvimento web avançados.
Os CMS são uma febre entre as agências de criação de sites, os CMSs são amplamente escolhidos por permitirem a criação e o gerenciamento de sites de maneira simplificada, reduzindo a necessidade de conhecimentos avançados de programação. Por isso, são preferidos tanto por empresas que buscam agilidade quanto funcionalidade.
Alguns CMS também disponibilizam templates, que são modelos de sites prontos, para edição. Funciona de forma simples: basta baixar o template e editá-lo, e o site estará pronto.
Outra função comum, são os plugins, que são códigos fontes que podem ser baixados para implementar alguma função dentro do site.
O CMS mais popular é o WordPress, especialmente no Brasil, onde 70% dos sites são feitos por WordPress. No mundo, 40% dos sites são feitos por WordPress.
Para responder se vale a pena usar o CMS, nós temos que entender que o CMS é uma ferramenta, e toda ferramenta é um meio, e não um fim. Por isso, temos que levantar dois pontos importantes:
Se uma pessoa 100% inexperiente usar um CMS para criar um site institucional, provavelmente o resultado será desastroso. A chance de baixar pluguins inadequados, deixar o site muito lento e pesado e com brechas sérias de segurança (vulnerável a ataques) é muito grande.
Apesar de ser muito comum, os CMSs não foram desenvolvidos para pessoas sem nenhuma experiência em desenvolvimento de sites criarem sites sem dar as caras com o código fonte.
Eles foram desenvolvidos simplesmente para gerenciar o conteúdo do site, ou seja, gerir textos, imagens, seções, páginas, postagens de blog, com facilidade. Ou seja, usar o CMS para isso, até mesmo para leigos, é a função nativa e segura para usar um CMS.
O real problema não é só "deixar o site feio", ou "lento e pesado demais". O problema mais sério são os ataques virtuais.
Por mais que um site feio ou lento seja ruim, pior ainda é um site que contém vírus, expõe dados sensíveis, e ainda, pode dar brechas de acesso a outros sites que estão compartilhando a mesma hospedagem.
Muitos criminosos se empenham a identificar sites desatualizados para empregar esses tipos de ataques para sequestrar informações de usuários e clientes para aplicar golpes ou vender de forma ilegal estas informações.
É aqui onde entram os pluguins.
Um pluguin oferece a um CMS uma função além do que já é nativo (gerir conteúdos), e para a cumprir funções diversas, como, construir sites do zero, integrar com ferramentas de marketing ou de CRMs.
Mas é preciso ter cuidado: pluguins demais irão sobrecarregar o site e deixar ele lento. Alguns pluguins precisam de atualização constante, e caso não sejam atualizados, é aí que o número de brechas a ataques ficam maiores.
O uso ideal dessas ferramentas é justamente ou por um desenvolvedor que tenha o mínimo de conhecimento da web para lançar um site rápido, otimizado, seguro e sob-medida, fugindo de templates prontos e genéricos.
Ou por leigos, que desejam gerenciar um blog ou o próprio site.
No mundo da web, alternativas não faltam. Apesar do CMS ser a opção mais popular no Brasil, o desenvolvimento nativo ainda é optado por muitos profissionais e agênciais, justamente por conta do controle total do conteúdo, menor exposição a ataques, e maior facilidade para manter o site leve.